Seu Jorge deixa o grupo para seguir carreira solo. Com a sua saída, o Farofa automaticamente perde o contrato com a gravadora PolyGram (que mais tarde se tornaria Universal Music), mas resiste e continua na ativa por mais dois anos liderada por Gabriel Moura, que segue cumprindo a agenda ainda lotada. Em 2002 ele deixa a banda para voltar a se dedicar ao teatro. Ele recebe um convite do Grupo Nós do Morro e o espetáculo “Noites do Vidigal” sob sua direção musical ganha o Prêmio Shell de Melhor Música no mesmo ano. O flautista francês Bertrand Doussain volta para Paris e também deixa o grupo. Sob protestos e descontentamento de todos, a banda acaba pela primeira vez.